quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016
180216
Manhã de produção aqui no estúdio. Arte-finalizando sobre o traço do Nato, e dando forma a mais um quadro de nossa história sobre Paranapiacaba. Trabalhar com quadrinhos é um processo demorado, e quando não paga as contas, mais ainda. Entretanto, a vontade de fazer e fazer é gratificante.
domingo, 7 de fevereiro de 2016
PORQUE TREKKING DEAD?
Olá pessoal.
No início deste ano, pensamos um novo nome para nosso quadrinho, e mudamos de “Paranapiacaba”, a vila ferroviária onde ocorre nossa história, para “Trekking Dead” que diz respeito ao grupo de jovens que invade os trilhos abandonados da Funicular de Paranapiacaba.
Na imagem, um clique sobre uma das páginas que está em processo de arte-final. Mariana, em primeiro plano, e Daniel, ao fundo.
VILA DE PARANAPIACABA
Algumas das fotografias realizadas na Vila de Paranapiacaba em 2015.
Outras imagens podem ser acessadas em:www.cameradecampo.tumblr.com
PARANAPIACABA
Banner criado para divulgação em eventos…
“Paranapiacaba” foi o nome que usamos para falar do projeto durante alguns meses, é onde ocorre a história do quadrinho. Entretanto, mudamos para “Trekking Dead” após alguns amigos sugerirem pensar um outro nome.
LÁPIS
Em seu estúdio, Nato trabalha nas páginas do quadrinho, após fazer mesa de luz sobre os lay-outs acrescentando novas ideias, correções de anatomia, perspectiva e narrativa.
Sobre o quadrinho...
A ideia de criar um quadrinho ambientado na Vila de Paranapiacaba surgiu no momento em que estávamos cursando Histórias em Quadrinhos na Quanta Academia de Artes no Outono de 2013. Portanto, já tem um tempo… Em suas aulas, Octávio Cariello, nosso professor de quadrinhos, chamava nossa atenção da importância de pensarmos quadrinhos enquanto autores, e no processo criativo de produção, construir histórias a partir de nossas próprias vivências.
Até então, Nato e eu pensávamos quadrinhos como um trabalho envolvendo super-heróis para o mercado americano onde o caminho das pedras seria submeter amostras de páginas por meio de agências. O grande fardo deste modelo, para nós, estava na produção de inúmeras amostras durante, meses e anos até estar habilitado com as técnicas necessárias mínimas exigidas para publicar.
Mas, o que seria mais importante para nós: fazer quadrinhos ou desenhar o Batman? Até porque, independente da resposta, se não estivéssemos fazendo quadrinhos diariamente a chance de ilustrarmos um super-herói para o mercado americano seria mínima. Quadrinhos pede constância!
Quadrinhos de super-heróis sempre nos fizeram desenhar. Pessoalmente, ler as hqs do X-Men, escritos por Chris Claremont e ilustrados por Jim Lee e Scott Willians no início do anos 1990, abriu a mente para querer trabalhar e viver de quadrinhos. Isso foi a mais de 20 anos, e por algumas vezes pensei em desistir e desisti e fui fazer outras coisas. O Nato, também. Mas, sempre, depois de algumas semanas, de alguns meses, aquela energia continuava latejando e chamando para a prancheta. Sempre pensei que se não desse atenção a este sentimento acabaria formando um câncer dentro do peito.
Pois bem, nossa história até aqui é bem parecida com de tantos outros que seguem por este mesmo caminho. Neste espaço, a partir deste momento, publicaremos os avanços e retrocessos, o processo criativo, a produção no dia-a-dia de nosso quadrinho de autor. Um grande abraço e obrigado pelo seu tempo.
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